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O problema de culpar os outros começa quando deixamos de olhar para nós mesmos

Em A Vontade de Muitos, James Islington apresenta uma sociedade marcada pela desigualdade e pela disputa por poder. Entre as ideias que atravessam a história, uma contradição humana se destaca: somos rápidos em reconhecer os erros dos outros, mas nem sempre estamos dispostos a examinar os nossos. É mais fácil identificar os defeitos do mundo do que olharmos para nós mesmos. A injustiça parece evidente quando somos suas vítimas, e os erros dos outros quase sempre parecem maiores que os nossos. Existe uma conveniência nessa maneira de enxergar as coisas... podemos exigir mudanças sem precisar começar por nós mesmos.

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A honra e o domínio da força em O caminho do Samurai de Inazo Nitobe